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sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Irmã de Noah rebate críticas, nega busca por fama e pede justiça pelo irmão

Sabrina, irmã do pequeno Noah, de 11 meses, usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre as críticas que vem recebendo após a repercussão do sequestro do bebê na Bahia. Em sua manifestação, ela negou estar buscando fama ou tentando promover ataques contra qualquer religião e pediu que a atenção seja direcionada à investigação do caso.

Emocionada, Sabrina afirmou estar cansada dos comentários que a acusam de querer exposição e de incentivar intolerância religiosa. Ela também comentou a revolta provocada pela divulgação de informações relacionadas a um dos suspeitos investigados, ressaltando que não pode ser responsabilizada pelas atitudes de outras pessoas.

Durante o pronunciamento, a jovem mencionou questões que, segundo ela, precisam ser esclarecidas pelas autoridades. Entre elas, citou a suposta presença de uma van em Vitória da Conquista um dia antes do sequestro. Sabrina defendeu que as informações sejam apuradas pela polícia, sem que seus questionamentos sejam interpretados como ataques a uma religião.

A irmã de Noah também declarou respeitar o candomblé e seus praticantes e pediu que a indignação provocada pelo caso não seja direcionada às comunidades religiosas. Segundo ela, sua principal preocupação é obter respostas sobre o que aconteceu com o irmão e garantir que os responsáveis sejam identificados.

Em outro trecho do desabafo, Sabrina relatou experiências pessoais difíceis vividas durante a infância, incluindo um abuso e um período de depressão. Ela afirmou que essas vivências influenciam sua preocupação com a proteção das crianças e sua disposição para defender a família.

A jovem também destacou que Noah permanece hospitalizado e pediu que as discussões nas redes sociais não desviem o foco da situação do menino e das investigações.

O caso continua provocando comoção na Bahia. As suspeitas mencionadas por Sabrina ainda precisam ser apuradas pelas autoridades, e não há espaço para conclusões antecipadas. A investigação e a responsabilização de eventuais envolvidos devem ocorrer pelos meios legais, sem violência, depredação ou intolerância religiosa.

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